No início, o  trabalho do Grupo Guardiões da Luz inicio era bem simples, voltado a irradiar energia e trabalhar situações com as primeiras ferramentas que tivemos em mãos, as pirâmides coloridas. Neste novo ciclo, no entanto,  tornou-se bem mais amplo e complexo. Construímos relações com outros grupos, como o Núcleo Aquariano,  a Rede de Triângulos da Fundacion Lucis, com o Novo Grupo de Servidores do Mundo e com o Grupo que compõe o Triplo Projeto Hierárquico, entre Argentina, Brasil e Uruguai, que tem a missão de propagar a Grande Invocação, os ensinamentos de Alice Bailey , do mestre Tibetano Djwhal Khul e de Vicente Anglada. Essas relações trouxeram novos conhecimentos, novas responsabilidades e compromissos. Além disso também nos tornamos parceiros de outros projetos e entidades afins, como o Portal 11:11.

A participação em cursos, grandes confraternizações, meditações coletivas na ocasião dos grandes Portais desde 11:11,  harmonização com a Mente Cósmica e canalização, nos trouxeram informações importantes sobre a urgência da cura planetária e da humanidade para que façam jus à transição que estamos vivendo. Em movimento de ascensão, o planeta habita agora uma faixa no espaço cósmico de nossa galáxia, conhecida como “cinturão de fótons”, faixa de energia, na qual ingressamos em 12 de dezembro de 2012.

No período em que a Terra permanecer neste cinturão de fótons que será de aproximadamente dois mil anos,  haverão momentos em que a dispensação de energia se intensificará de forma a possibilitar uma aceleração do processo de mudança e regeneração. Foi o que ocorreu no dia 27 de setembro de 2015, quando dois fenômenos associados à lua ocorreram simultaneamente: a super lua de libra associado a um eclipse total.  Esse fenômeno só voltará a ocorrer em 2032.  Ficou conhecido como “1ª Onda de ascensão”, um momento em que a humanidade recebeu um grande aporte de energias do cinturão de fótons, direto de Alcione, possibilitando o reajuste da consciência na direção da luz e seu princípio divino, que se expressa em amor, compaixão, fraternidade, solidariedade, beleza, harmonia, paz, criatividade e fé.

Outros momentos virão pois estamos apenas no começa dessa viagem. E todos que percebem a mudança de paradigma que está ocorrendo a algum tempo, rejeitam os padrões separatistas ou conservadores, seja na religião, nas relações humanas. Começam a perceber  que a beleza da humanidade está no mosaico cultural que lhe dá formas cada vez mais divinas e que está em conexão com a natureza, o Universo e todos os seres – todos esses, de alguma forma, estão se habilitando para acompanhar a terra na viagem de sua ascensão e  participar da criação  das bases para uma Nova Terra, herança coletiva para o nosso futuro comum.

 

O Projeto Pequena Shamballa:

 

O Projeto Pequena Shamballa surgiu nesse contexto de mudança de paradigma e aceleração de energias para a ascensão do Planeta e seus habitantes. Trata-se da intenção de disponibilizar saberes e técnicas pertinentes à nova era, por meio de um espaço multidimensional e diversificado para o  desenvolvimento integral do ser. Um espaço que se propõe, por diversos meios, a armazenar , honrar e “guardar” antigas e sagradas tradições místicas, disseminar conhecimentos ancestrais, preservar a memória do sagrado e contribuir para a construção de novas memórias, referências e valores para um novo tempo.  

Nosso objetivo é integrarmos o “velho” com o “novo”,  retomar nossa herança cultural e mística do passado e  pesquisar novas técnicas e conhecimentos mais condizentes com a realidade esperada para uma Nova Terra.  Esperamos com isso contribuir com sua divulgação, disseminação e aplicação por meio de artigos, encontros, vivências, canalização, cursos e práticas.

O modelo no qual nos inspiramos para a projeção de uma nova realidade é SHAMBALLA, o “centro onde a vontade de Deus é conhecida” e o propósito ao qual servimos é o Propósito Divino “que os Mestres conhecem e servem”. Foi nesse modelo que projetamos a Clareira, nosso Merkaba coletivo, onde realizamos nossos encontros mentais e os trabalhos de nosso grupo. A distância física não é mais um empecilho para estarmos juntos e participarmos como cocriadores do Plano Divino.

O paradigma que nos orienta é o paradigma da rede, um paradigma holístico, que tem suas bases no pensamento complexo, no socioconstrutivismo e na conectividade cuja melhor expressão é a imagem Sagrada da Flor da Vida.